... Agora com a chegado do bom tempo e para quem pode, é quase obrigatório um final de tarde numa esplanada, ou (como é moda dizer-se) num Rooftop. Descobri o do NH na Avenida da Liberdade, chamaram-lhe Ático. É muitíssimo acolhedor porque não tem espaço para grandes confusões, tem bom ambiente e uma vista que compensa qualquer valor que se pague, pelo tempo que ali se passa. Visitem!


... Não tenho um sorriso bonito. Tenho até uma certa inveja de quem o tem. Nunca tive e vivi sempre com o enorme complexo de ter uns dentes feios, mas hoje foi dia do sorriso e é preciso assinalar a data. Gosto de rir. Posso rir disto e rir daquilo, mas acima de tudo riu-me de mim. Acho que a alma fica mais leve se rir de mim próprio. Tenho pena daquelas pessoas que se levam muito a sério. A pessoa que mais se ri de mim, sou eu mesmo. Aos outros dou apenas o direito de se rirem comigo. Se se quiserem rir de mim... problema deles. 

... Gosto sempre de enaltecer o que é nosso principalmente se é bom. João Rolo, que trabalha há anos, muitos anos no meio tem sido muito falado na imprensa Espanhola por estes dias, porque Patrícia Montero uma atriz muito famosa em Espanha usou um vestido seu na red carpet do Festival de Cinema em Málaga. João merece todos elogios, porque é uma bonita criação e este destaque leva o nome de um criador nacional além fronteiras e isso (nem que seja só por isso) já vale muito a pena. Apesar de em Portugal, as 'elites' da moda acharem, muitas vezes, que o João não está na primeira linha, o criador foi destacado em Espanha em publicações como 'Elle', 'Vogue', 'Hola!' e 'Harper's, por exemplo. Espero agora, ver em Portugal nas revistas da 'especialidade', este mérito reconhecido. Ou não! Para se perceber que o preconceito existe. E muito! Parabéns João. 


... Gosto de falar de mim. De contar a minha história. Gosto que se saiba que o caminho não é sempre em frente, que é preciso lutar muito para colher frutos. Assim tem sido a minha vida. Na melhor fase profissional de sempre, vejo reconhecido o meu talento, criatividade e empenho. Vi-me obrigado a renascer aos 33 anos, depois aos 40 e as vezes que forem precisas. Digo isto sem nenhuma modéstia, porque de facto sou um trabalhador de mão cheia e um comunicador dos pés à cabeça. Foi (também) sobre isto que falei com o Aurélio Gomes no 'Baseado numa história verídica' do Canal Q. Podem ver o vídeo aqui. Não sou modesto. Não tenho de o ser. Basta-me calar algumas verdades para não matar gente de vergonha. Sempre disse: valho muito mais pelo que calo, do que pelo que conto. Seguramente! Não me venham com esquemas, moralismos a cheirar a falso, arrebatamentos disto e daquilo. Fiz-me sozinho. Sei o que falo de viver na prática. Não de ouvir dizer ou ler nos livros. Sou um grande homem! 



... E aqui está uma entrevista que deveria servir de uma espécie de 'manual de instruções' para jornalistas e figuras mediáticas. É uma entrevista dada pela Sara Prata à revista Lux. Sei que podem pensar, 'mas que tem esta entrevista que não terão outras?' Muita coisa. Principalmente, para quem estuda e se debruça sobre comportamentos mediáticos  - profissão que em Portugal é olhada de lado, mas que no resto do mundo, em lugares desenvolvidos e menos complexados é levada muito a sério. E porque é tão importante? Porque Sara abre o coração e aceita dar uma entrevista à jornalista Vanessa Barros Cruz para a revista Lux. Mas a entrevista não e só um folhear de páginas com conversa de blá, blá, blá nem é mais do mesmo ilustrada com fotografias de uma Sara bonita, que é. E feliz que está. Passo a explicar: Sara tem sido nos últimos tempos protagonista de noticias que a ligam a Lourenço Ortigão e mais do que isso, o resultado dessas noticias dizem que entre os dois o mal estar é tanto que chega a colocar em causa o profissionalismo de Sara. Muito bem, ela leu uma vez, duas, três terá ouvido outras tantas e resolveu contar a sua verdade. Dizer de sua justiça e defender-se do que estava a ser atacada. Não sei se ficaria muito aborrecida por a ligarem ao Lourenço, que a própria Sara já tem namorado e é um rapaz todo jeitoso e dizem que boa pessoa. Mas o que é que eu acho que aconteceu? Foi que a atriz começou a ver o seu lado profissional atingido num festival mediático do qual não quer fazer parte, e como eu sempre digo, quando se quer travar um assunto destes trava-se. Não se alimenta. Não se brinca ao 'gato e rato'. A não ser que se queira brincar, alimentar e tirar proveito do assunto. Sara não quer e dá a cara. A entrevista é esclarecedora, não falhou nenhuma pergunta e merece ser vista com atenção. É feita e dada por pessoas que sabem exatamente as regras deste jogo que está aberto a partir do momento em que se aceita ser figura mediática. É preciso dar-se ao respeito para se ser respeitado. É preciso conquistar-se esse respeito e muitas vezes é preciso dar um murro na mesa para que não se use um nome só porque sim, na esperança que nada vai acontecer (contra mim posso estar a falar). Depois desta entrevista se alguém voltar a falar de Sara e Lourenço nos mesmos moldes, é porque está a agir de má fé. Porque a protagonista falou e esclareceu. Pode gritar mais alto, mas não pode ser mais clara. Bravo Sara! Parabéns Vanessa Barros Cruz que talvez sem quererem deram uma lição a muitos que andam aqui a brincar ao 'fingir que sou famoso' e mandam recados, alimentam histórias, cultivam vidas paralelas e ficam muito ofendidas e ofendidos quando são mencionados quando todos sabemos que sonham com isso. Se até aqui não tinham percebido como podem acabar com os rumores e boatos que tanto os aflige, se fizerem como a sara Prata, já estão no bom caminho. 

Declaração de interesses: Eu não sou amigo da Sara Prata, não conheço a jornalista Vanessa Barros Cruz e não tenho nenhum elo de ligação à revista Lux. 

... Lembram-se de vos ter revelado aqui alguma novidades da Gosh Copenhagen Muito bem. Está aí a chegar o dia da mãe, não custa fazer uma surpresa. Dentro desta caixa está um kit de produtos que tornarão a sua mãe a ficar mais bonita. Se quiser que seja da sua mãe a receber este mimo, mande um mail para claudio.sic@hotmail.com Só preciso saber porque acha que a caixa deve ser sua! Boa sorte.
... O vestido de Fátima Lopes não foi unânime, nem todos gostaram. Eu adorei! Gosto da cor, do corte, talvez meta em duvida os bordados dourados, mas no geral foi uma boa aposta. Cabelo impecável!
... Amei! É o que posso dizer do visual da Marisa Liz. Amei porque gosto que se rompa com o que sai da 'caixa'. A mistura de tons escuros cortada com um casaco de cabedal, tornou-a num look vistoso que não deixa de ser cerimonioso. A clutch está aí para provar o que digo!
... Ultimamente nestas coisas, a Paula Lobo Antunes, está sempre bem. Aqui não foi exceção. Não adoro os sapatos, mas achei interessante o corte do vestido e a brincadeira com as trasparências e a textura de tecido que foram feitas na maga.



... O céu é na Estrela! Este fim de semana, perdi-me na estrela com os Ovos Moles, ele é ovos moles de aveiro, pão de ló, trouxas, queijinho do céu, sericaia, e por aí fora... se leva ovos e saiu da cabeça de uma freira vende-se aqui. É irresitivel,  e o espaço é maravilhoso. A felicidade mora aqui, Na Calçada da Estrela!



... Ricky Martin tem dado mais que falar por estes dias do que os papéis do Panamá e olhem que é difícil. Primeiro por causa deste beijo e agora porque nos apresenta o namorado, que não sendo tão lindinho como ele é artista plástico e trará à vida do cantor uma nova visão da realidade. O que importa perguntar é: qual a diferença entre um gesto de afeto e a exibição gratuita? Muita! Há gente que de facto precisa de exibição, de se empoleirar e depois há aqueles que de forma digna, responsável e apreciada devem tomar as atitudes certas, que parecendo involuntárias se tornam numa espécie de 'desbloqueador' de mentalidades, que ainda hoje são precisas porque têm um impacto muito superior, sobretudo para abanar aquelas mentalidades tontas e persistentes de que os homossexuais têm que ser pessoas fragilizadas ou com alguma marca característica que as distinguirá das outras. O mundo dificilmente se deixará de 'merdas' e preconceitos, mas é possível mudar mentalidades, abrandar a agressividade e incentivar à 'tolerância'. Eu tenho provas disso. Mas garanto que nunca teria resultado se não tivesse desdramatizado! Pode sempre apontar-se o dedo sob a perspetiva dos 'holofotes'. Mas neste caso específico acho mesmo que tem a força de um símbolo, muito superior a isso. Pela abertura que Ricky Martin foi tendo e pela ausência de necessidade de exibições de calibre festivaleiro. As pessoas devem de facto ser discretas e viver a sua intimidade entre paredes mas também a podem exibir com orgulho e segurança, através de 'pequenos grandes' gestos, que neste caso, têm a força imediata de uma atitude exemplar. O amor é uma coisa muito bonita.


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Numa altura em que foi apresentado no Brasil como a nova coqueluche das novelas, Pedro Carvalho falou-me sobre a sua experiência em “Escrava Mãe”, produção da TV Record que vai estrear em Portugal. Pedro interpreta o pai da famosa escrava Isaura. Roubei-lhe algum do seu tempo para satisfazer algumas curiosidades que foram publicadas na integra na revista TV Mais mas que pode ver parte aqui.



Fala-me desta tua experiência no Brasil...
Foi incrível. Estou muito feliz por ter tido a oportunidade de fazer parte desta megaprodução de época. Ainda para mais, por ter tido a responsabilidade de “encabeçar” este grande projeto, como protagonista da trama.
Agora que tens duas realidades de trabalho na mesma área e em lugares diferentes, quais são as principais diferenças que encontras? Os orçamentos e o investimento para se fazer ficção são muito maiores no Brasil e isso faz toda a diferença. Não é por acaso que nós, atores portugueses, vemos esse país como o “rei das novelas”.
Mas Portugal está muito bem... Sim. Em Portugal, com muito menos dinheiro e menos anos de caminhada, somos muito bons a fazer ficção. Temos excelentes atores, autores, equipas técnicas.
De que sentiste mais falta quando estiveste lá? Sinceramente, fui tão bem recebido e acarinhado por todos os meus colegas de elenco, direção e equipa, que não houve grande tempo para saudades. O WhatsApp, as redes sociais, o Skype resolviam isso. E sou muitíssimo ligado à minha família e amigos, mas o ritmo de trabalho era tão intenso e o ambiente de gravações tão bom que tudo ficou mais “leve”.
E agora, que sentes mais falta de lá? De muitas coisas, principalmente de amigos e de pessoas tão especiais com quem trabalhei.
Como era o teu dia a dia no Brasil? Gravava normalmente de segunda a sábado. Só se grava a partir da 13 h e tinha conferências de imprensa, que faziam parte do plano de trabalho, três ou quatro vezes por semana. No fim do dia, regressava a casa e aproveitava para ir treinar ou correr no Parque Ibirapuera. Aos domingos ia conhecer melhor São Paulo, que tem uma oferta cultural imensa (cinemas, teatros, museus, jardins...) e estava com amigos.
Esse ar de mau... É imagem de marca ou timidez?Ar de mau?! Não! Quem me conhece bem sabe que não sou nada mau. Sou tímido e reservado na minha vida e só me dou a conhecer a um grupo muito restrito de pessoas a quem chamo de amigos e família!


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... E pronto! Tivesse eu aqui à mão uns milhares de euros e roubava o beijo ao Ricky Martin, não que me interessasse, mas eu sou pelas boas causas e se fosse preciso desatava a beijar este, o David Beckham, pelo caminho o David Gandy... enfim, sacrifícios que se fazem por causas nobres quando temos bom coração, que foi o que fez esta senhora no Brasil. Fez isto: O cantor foi a um gala e disse que leiloaria um beijo, cujo valor conseguido iria reverter para a investigação do HIV. Passaram-se as horas, os minutos e os segundos, e como quem leiloa uma salva de prata ou os pratos de uma cristaleira antiga, a mulher ofereceu 80 mil euros para sentir a pele macia dos lábios húmidos do cantor, que se for visto com atenção, no finalzinho ainda repetem o gesto...  E dou uma! E dou duas! E dou três! 'O beijo é dela!?', terá gritado alguém com um martelo de madeira em riste. Foi isto. Estamos cada vez mais uns corações generosos a troco de pouca coisa. 



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