... Os duques celebraram cinco anos de um casamento aparentemente feliz, que eu sou daqueles que acreditam em contos de fadas, e, para assinalarem a coisa como achavam que devia ser, distribuíram ao público em forma de agradecimento um postalinho com a sua nova fotografia oficial. Uma coisa feia! Muito feia e sem graça. Kate está com ar de quem saiu da série Dallas no final do anos oitenta e William até o casaco amarrotado tem. Claro que estas coisas são assim avaliadas pela rama, mas que sentido fará os Duques fazerem questão de passar ao mundo a ideia de que quanto mais clássicos, mais felizes serão? Já vi a Kate muito melhor, muito melhor mesmo, e eu acho que ela é uma rapariga moderna, cheia de pinta, mesmo que mantenha o pé no clássico, não pise o risco e não saia da sua zona de conforto. Ele é igual a ele e pouco se espera do que dali possa vir no que toca a rasgos de visual. Estou um pouco desgostoso. Esperava mais, pois como acredito em contos de fadas, penso sempre que me vão surpreender. Vou ter de esperar e em 2050 vou  (talvez) ter uma fotografia oficial deste casal, vestido como estaria em pleno 2016, na altura em que já se tinha inventado a cor, a maquilhagem, os ferros de engomar e as escovas de cabelo. É isto!

... Não tenho nada contra este jovem, acho mesmo que aprendi a olhar para ele como um génio musical e não como um puto reguila armado em parvo. Agora, feitas as contas, acho que o Justin Bieber é o génio que faz coisas de puto parvo. Não é normal que alguém que tem tanto talento, que tem tanta oportunidade de dar na vistas por razões boas e saudáveis, faça questão de o fazer apenas e só porque tem vontade de chocar o mundo e dar que falar. Porque carga de água resolve esta alma colocar na internet uma fotografia com a mão direita a agarrar o seu bem precioso? Porque carga de água acha que isto tem algum interesse? Talvez ele ache o mesmo de mim, que me exponho de cuecas brancas e em tronco nu dia sim, outro também, mas eu não sou o Justin Bieber e eu não chego a quem ele chega. Eu não quero ser exemplo de coisa nenhuma e ele, mesmo que não queira, é. A imagem é feia, os boxers são feios e a avaliar pelo que tem na mão, não sabemos se será feio ou bonito, mas não é tão grande como em tempos se dizia. A não ser que seja para gritar ao mundo 'que sou um homem e tenho pila e não quero que ela fuja daqui' não se percebe o objectivo. O miúdo está com cara de parvo, com um roupão no chão e as pernas a precisarem de treino. Assim de repente, não me lembro de mais nada, mas percebo a pequena Selena que o meteu a mexer, porque assim, mexe ele onde não devia!! (desculpem, foi mais forte do que eu)



Rita Egídio despe-se para a Playboy e o assunto é vendido como grande novidade. Não é. Não é uma novidade. Não é a primeira vez que a Rita se despe. A mais bonita capa que fez, estava grávida e foi para a Nova Gente. A novidade aqui é 'mãe de cinco filhos nua'. Não vejo que seja novidade, porque a Rita sempre cuidou do seu corpo e usou-o a belo prazer para se mediatizar, o que me parece muito bem - sendo ela mãe de um, quatro ou vinte crianças - a Rita chegou ao ponto de aliar o corpo à sua profissão de DJ fazendo carreira lá fora quando, por cá, já estaria a começar a ficar desacreditada, principalmente porque nós temos uma memória selectiva e a Rita ficou muito ligada a escândalos protagonizados por uma sedenta vontade de aparecer e se tornar muito conhecida. Ficou conhecida. Hoje poucos se lembrariam dela, mas esta capa veio avivar as memórias. Não recebeu uma fortuna para estar ali nua agarrada a um lençol com o mesmo penteado que a Pamela Anderson usava nos anos 80 e poses à Sharon Stone nos seus melhores momentos,  mas dá assim mais uma cartada de mestre e volta a ser falada no seu Portugal e aposto que, com esta produção garante umas quantas datas para passar música. A Rita é esperta, sabe muito bem jogar o jogo da mediatização. Pode corre-lhe mal umas vezes, mas há outras em que lhe corre bem. Aqui, conta muito pouco o facto de ser mãe de cinco filhos. Ela é uma mulher nua na capa de uma revista e pelo que se sabe, não foi difícil convencê-la. Foi preciso o momento certo! 


... Estive em Londres. Fui passear? Fui! Fui trabalhar? Fui!... Segunda-feira não percam no 'Jornal Rosa'. Na SIC, logo depois das dez.


... Há uma boa noticia para as fãs de Johnny Depp e péssima para as suas questões domésticas. Johnny actua hoje com o seu estilo característico no Rock In Rio, mas não vai trazer a mulher atrelada. Ele está sozinho, é que a actriz Amber Heard que lhe faz companhia como mulher desde 2015 anunciou que avançou com o processo de divórcio por ser 'incompatível' com o marido. Deve ter sido uma incompatibilidade muito grande, que nada tem a ver com a diferença de idades nem com terceiras pessoas. A graça do assunto é que ela quer um dinheiro mensal de pensão de alimentos, mas ele diz que não, porque a coisa foi decidida a dois, e antes de dizerem 'sim, seremos felizes para sempre' tinham assinado um acordo pré-nupcial. As coisas não teem sido fáceis para o cantor que perdeu a mãe a semana passada, o que nos leva a pensar que a jovem mulher tem pouca noção de realidade, zero sensibilidade e muito pouco carinho pelo - daqui a nada -  ex marido. Então nem o deixou recuperar da morte da mãe e já lhe dá um desgosto (ou alegria, depende do ponto de vista) deste tamanho? Enfim... Vamos hoje vê-lo todinho em cima de um palco, por trás de uns óculos de sol e com a cabeça na lua. Cá me palpita!
Estive com Dora, que está no elenco da nova peça de Filipe La Féria, “O Musical da Minha Vida”. Falámos sobre este trabalho e perguntei-lhe também por outras assuntos que nos enchem de curiosidade. Ela, simpática como sempre, respondeu-me, pode ler aqui em baixo e na integra na TVMais 

Fala-me deste teu novo desafio... 
Garanto-te que este é um trabalho magnífico, um enorme desafio e uma grande honra. É das coisas mais bonitas que fiz até hoje!

Como é trabalhar com Filipe La Féria? 
Trabalhar com o senhor Filipe La Féria é, acima de tudo, uma escola. De rigor, de excelência e de grande profissionalismo.

Fazes isto há muito tempo, estiveste um tempo parada, mas agora também é um regresso em força, não é? 
É um regresso que faço em força, em que deposito o melhor de mim. Dou tudo por tudo para não dececionar quem acredita no meu trabalho e quem nos vai ver. Estou num projeto do qual me orgulho. É um regresso com os pés no chão e a realização de um sonho.

Porque é que me disseste que o Casino Estoril é o palco da tua vida?
O palco do casino e o próprio Casino Estoril são um lugar com que tenho uma relação de afeto e admiração. Já cá tinha trabalhado antes, há muitos anos, logo no meu começo... e está cheio de memórias. Parte do meu mundo está neste palco!

Já viveste o melhor e o pior da fama. Como é que se consegue encontrar o equilíbrio no meio de tudo isto? 
Honestamente, ainda não encontrei esse equilíbrio. Ando à procura, já mais calma. Se tiver de chegar, chega. Só tento fazer o meu trabalho bem feito, não deixar de ser quem sou e perceber que, num Portugal como o nosso, tudo pode acontecer. Isso não é exceção para os artistas. 

E como é ser mãe artista nos dias de hoje
Sou uma mãe babadíssima com todos os meus filhos. Adoro olhar e vê-los crescer. Gosto de perceber como são todos diferentes entre si, com as suas características próprias. Peculiaridades e personalidades... Adoro ser mãe!

E como é a Dora avó? 
Ui! É uma avó cheia de saudades do seu neto. Quero abraçá-lo!


... Eu achava zero graça ao João Paulo Rodrigues, que conhecia da televisão antes de o conhecer pessoalmente. Sofreria eu, em relação a si, o mesmo 'mal' que outras pessoa sentem em relação mim. Isso não importa! No dia que o conheci, percebi que estava ali um trabalhador disposto a aprender e a crescer. Um homem puro. Fomos trabalhando, e trabalhando bem. O destino quis que tivéssemos que dividir apresentação na ausência da Júlia Pinheiro. Não nego algum receio no começo quando me disseram (e ele talvez tenha sentido o mesmo). Não pela incapacidade de o fazer (estava mais que preparado), mas porque somos dois homens, somos totalmente diferentes, e porque, apesar de estarmos ali, lado a lado, todos os dias não tínhamos de 'bater bola e passar jogo' quando como se faz numa co-apresentação. Foi das melhores surpresas da minha vida. É muito bom trabalhar com ele. É um bom colega. Acho que é o melhor que se pode dizer de uma pessoa com quem se trabalha. É um colega generoso. Não é fácil sentir química com pessoas quando se tem que dividir a apresentação. As coisas podem funcionar muito bem, funcionar multo mal ou apenas funcionarem. No nosso caso funcionaram muito bem. Lembro-me de sair encantado com a sua generosidade, com a capacidade de improviso e humor que encaixou na perfeição no que sentia eu e na mina forma de estar e trabalhar. Fomos a primeira dupla masculina num programa do género, e resultou muito bem! Tudo isto para dizer que estou orgulhoso dele. Sou testemunha do seu esforço e da sua dedicação. Este desafio é algo importante para ele. Não porque aparece na capa, não porque está nas bancas, não porque é hoje muito partilhado na internet. Talvez precisasse superar este desafio para se sentir bem (melhor ainda) consigo e com o seu corpo. Eu sou um adepto da vida saudável com a moderação necessária, por isso fico muito satisfeito com ele. Não há ponta de tratamento de imagem nas fotografias. Eu vi ao vivo o corpo do João e está como a fotografia mostra (um pouco mais branco ;) Fico orgulhoso quando vejo que ao meu lado, uma pessoa por quem tenho afeto se sinta feliz no seu crescimento e 'vaidoso' no vencer de um desafio. Estou orgulhoso dele. Muito orgulhoso! É também a prova de que quando se quer, se as condições, estiverem reunidas, se consegue. Parabéns João Paulo! 

... Com a estreia da série 'Massa Fresca' da TVI nasce uma nova estrela mediática que se chama Mafalda Marafusta. É bonita e safa-se bem! Agora precisa de manter o caminho correto e definido, rodear-se das pessoas certas para a orientar na profissão e no contacto com os meios, para não se deixar envolver por percursos que podem dar frutos imediatos mas que mancham a carreira. 


... E vai-se a ver temos a estrela que há muito se tinha falado aqui. Dolores Aveiro brilha, a bom brilhar na campanha onde promove a banana da Madeira, que como ela diz e bem, é a segunda melhor exportação da ilha. O sucesso de Dolores é ser mãe do melhor do mundo e sabemos que por isso protagoniza esta campanha, mas o segredo do anúncio está na forma genuína como Dolores fala sobre si, a sua família e a maneira como, de facto, o produto que promove esta na sua vida desde sempre. E aqui está a diferença. Dolores aceitou promover um produto que consome, que conhece e lhe está colado à pele desde sempre. A diferença entre isto e aceitar um cheque e a troco de dar a cara por coisas que nunca na vida se viram ou consumiram é enorme. E é preciso perceber-se isto, porque aqui está a credibilidade da mensagem e do filme. Dolores dá este passo, assina como Mãe de Portugal e abre um ciclo, que pode ou não ter continuidade, mas que começou bem. Muito bem. 


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