... Eu estava fora e muito longe de Portugal quando me chegou a história de que Cristiano Ronaldo teria atirado um microfone do Correio da Manhã pelos ares só porque lhe apeteceu.  Eu acho tonto pensar-se que foi uma atitude bem feita porque o jornal e causa era o Correio da Manhã, porque eu acho tonto que qualquer pessoa condicione o trabalho livre e honesto de outra. E foi o que aconteceu! Acho mesmo! Afinal em causa está um profissional ao serviço da informação, abrangido pela liberdade de imprensa a trabalhar com um microfone e a tentar falar com um desportista, que é o melhor do mundo e tem que dar o exemplo (ou pelo menos fazer por isso). Francamente acho que não foi uma atitude bonita e que as coisas devem ser avaliadas por quem de direito, porque o futebolista estava ao serviço da seleção. A coisa poderia mudar de figura se Cristiano andasse a passear-se pela avenida às compras e fosse importunado pelo jornalista do Correio da Manhã, jornal com quem se sabe não tem boa relação.  Aí, apesar de eu continuar a achar uma atitude tonta, não havia muito a fazer. O Correio da Manhã escreve o que entende e o Cristiano reage como quer. Ao serviço da seleção não! Andei também a ler crónicas, comentários sobre este assunto... sabem o que me deu nojo (francamente) foi metade das pessoas a acharem que o Cristiano o poderia fazer porque o microfone era do Correio da Manhã! Meus Deus! Como há tanta gente a atacar o jornalismo feito pelo CM e ao mesmo tempo é o jornal mais lido, comprado? Que incoerência esta. Uma espécie de fenómeno equiparado ao Big Brother que ninguém via, ou à revista Maria que ninguém lê... Preconceitos idiotas, pequenos e pobres. Eu gosto do Correio da Manhã e acho que é um jornal como ele faz falta a Portugal. Preenche um espaço. Eu leio o correio da Manhã e acho que é um jornal - com erros e acertos - cheio de bons profissionais. Serão uns melhores que outros. Umas vezes erram, outras acertam. Já aconteceu comigo. É um jogo. Estamos todos metidos nele. Eu gosto daquilo que Cristiano Ronaldo representa, mas não posso aplaudir esta atitude. Não posso nem devo. Porque estaria a jogar uma pedra contra alguém que está apenas a tentar fazer o seu trabalho. É isto!

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... Foram alguns dias fora distribuídos por etapas. Acabou. Vamos voltar ao trabalho. Qualquer recomeço é um avançar difícil. Parece que nos apetece estar ali parados nos dias antes de recomeçar. Eu sou daqueles que gosta do que faz, mas a quem custa muito voltar à rotina depois do dolce far niente. Agora ficava assim... E, como sou um ser complicado, quando me acostumo à rotina, odeio sair dela. Não se me entende? É normal! Mas a verdade é que está na hora de arregaçar as mangas e mostrar que estou cheio de vontade de começar a trabalhar que nem um louco. E quem sou eu para contrariar tal vontade? Ninguém. Por isso aqui vou eu para o 'Jornal Rosa', o 'Consultório Sentimental', os 'Bons lençóis', o 'Passadeira Vermelha', o 'Contra Capa', o 'Esquadrão do Amor', para os meus escritos e pronto para celebrar em grande os dez anos deste nosso cantinho. Não me vão falhar. Aposto! 
... Protector solar, hidratante de dia, de noite, loção após sol...
... E é isto!

... O tempo muda à velocidade da luz e se uma pessoa não anda bem protegida constipa-se, não é? Com a pele é a mesma coisa, ou tratamos dela ou envelhecemo-la à mesma velocidade. Eu tenho as minhas armas para enfrentar o sol, o frio, estas mutações constantes... Tenho um creme maravilhoso que já vos conto, e depois tenho este equipamento da Mary Kay que anda comigo para todo o lado. Com isto, aos 50 anos vou parecer que tenho os mesmo 42. Espero eu, claro!
...Os nórdicos sabem fazer design, ok? Todos nós sabemos isto e por isso nem vou fazer uma grande introdução ao que tenho a dizer. Eu gosto de coisas bonitas e ando sempre de olho nas novidades, à espreita das coisas que ainda não conheço. Quando ouvi falar da Normo, claro, tive que investigar e não me desiludi em nada.... Em suma, é uma loja com uma selecção de candeeiros de design nórdico. Sim, é isto! E quando virem as peças, vão perceber que não é preciso dizer mais nada. 



São clean, têm linhas impecáveis e os materiais são de qualidade. Não há nada a apontar a estes candeeiros, a não ser a excelência da produção e a simplicidade do design. São peças que não comprometem, mas que estão lá. É impossível não reparar nelas. Vou aprender com os nórdicos e vou ser minimalista. Não vos digo mais nada. Deixo-vos o Facebook e o catálogo. Vejam por vocês mesmos.


... O objectivo era sair os primeiros oito dias daqui para conseguir desligar de tudo. Sem trabalhar nem pensar em trabalho. E consegui! Cabo Verde, o destino escolhido, meio ao acaso, porque teria que ser um voo relativamente perto, porque poderia ter que regressar a qualquer momento. Fui, absolutamente despido de qualquer ideia sobre a ilha do Sal. Queria sol, calor. Calor e sol, tempo de sobra para sentir o sol na pele e nem ter o relógio no pulso. Rapidamente percebi, bastou-me meter os pés na ilha, que não me iria ficar pela praia frente ao hotel. Queria muito mais. Descobrir os lugares que todos conhecem e aqueles que quase ninguém viu. Queria perceber como vivem as pessoas e porque, apesar de viverem em tão difíceis condições, têm um sorriso no rosto e um ar de gente feliz. Percebi que recebem pouco mais de 11 mil escudos (120 Euros) por mês e que não conseguem fazer muito com este dinheiro. Senti-me na obrigação de ajudar. Mudar de qualquer maneira, nem que seja uma coisa. Uma única coisa! (se fizer sentido, um dia conto). A ilha é linda! Tem, de facto, muito sol, um vento quente e frequente, mas o que tem de bom é o que ninguém vê. Eu não gosto de circuitos turísticos em banda. Gosto de andar e descobrir. Aprendi a fazê-lo e é o que tenho feito. Um mapa, um jeep, e esperar que o sol se ponha num lugar qualquer da ilha do Sal. Foi bom. Foi muito bom! As fotografias, que não são muitas, não revelam metade do que senti com o que vi. Mas tenho a cabeça a fervilhar de ideias... Juro que sim! Agora, já estou rumo a outro destino ... (depois conto)






... Eu continuo a achar do Cristiano Ronaldo, que sempre se disse que era o melhor do Mundo, o que acho desde sempre. Não percebo porque é que metade dos portugueses, porque o homem falhou um golo, resolve arrasá-lo. Uma das coisas que me afasta do futebol, além do histerismo colectivo que leva muitas vezes a uma violência absurda, são os treinadores de bancada. Detesto treinadores de bancada. Olho para eles como olho para os críticos de televisão. Nunca fizeram, nunca farão, mas adoravam experimentar. Falta-lhes a coragem e o talento. Se eu fosse o Cristiano, mandava-os dar uma volta!


... Pois é, já sabem que sou fã de camarote das boas colecções que a H&M lança. E já não é a primeira vez que falo disso aqui no blog. Mas a marca tem sempre novidades, e aqui está a nova colecção para desportistas (e dos vencedores, ou se chamava For Every Victory) que junta figuras que tiveram a coragem de afirmar a sua identidade e, ainda assim, ser bons naquilo que gostam, sem querer saber das 'bocas da reacção'. Olhem para a Caitlyn Jenner, conhecida também por ter ganho o ouro nos Jogos Olímpicos quando ainda se chamava Bruce. 


Relembro a sua aparição na famosa capa da Vanity Fair em que se afirmou e, mesmo que eu continue a não acreditar nesta transformação, o facto é que nem qualquer pessoa o faria. Seja verdade a história que conta ou, como eu acho, seja carente de alguma veracidade. A Caitlyn que se vê aqui nesta colecção tem ainda assim um ar feminino que muitas mulheres jovens não conseguem. É uma foto que a favorece...
Nesta colecção vemos ainda a ginasta com síndrome de Down Chelsea Werner, ou o surfista Mike Coots que continua a surfar apesar de ter perdido a perna num ataque de tubarão.


Sim, senhor, gosto da colecção. As peças que parecem simples, transparecem conforto e os detalhes tornam-nas elegantes. A partir do dia 21 estão disponíveis em algumas lojas e online!


 Dolce Gabbana -  Mango - Officina36 - Adidas 

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